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Pequenos negócios geraram quase 100% das vagas de emprego no Piauí em novembro

Levantamento do Sebrae mostra que os setores de Comércio e Serviços lideraram a geração de postos de trabalho
Por Antônia Pessoa
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Em novembro, as micro e pequenas empresas continuaram liderando a geração de vagas de emprego no Piauí e no Brasil. Levantamento feito pelo Sebrae, com base em dados do novo Caged, do Ministério do Trabalho e Previdência, revela que os pequenos negócios geraram quase 100% dos postos de trabalho no Piauí, totalizando 2.107 vagas e cerca de 76% no Brasil, com 245,5 mil novas contratações.

Já as médias e grandes empresas abriram, em novembro em todo o país, 84,2 mil novos postos de trabalho. No Piauí, essas empresas demitiram, no mesmo mês, 281 empregados, impactando negativamente o saldo de empregos gerados.

“Os números mostram cada vez mais a importância dos pequenos negócios para a economia do Piauí e do Brasil. De janeiro a novembro de 2021, essas empresas lideraram a geração de empregos no nosso Estado. No acumulado desses onze meses, foram cerca de 21,7 mil postos abertos, representando quase 97% das vagas geradas no Piauí. Para nós do Sebrae, os números reforçam a importância do nosso trabalho, no que se refere ao desenvolvimento competitivo e sustentável desses empreendimentos, que devem ser cada vez mais apoiados para que possam continuar desempenhando esse importante papel para o avanço do Estado e do país”, comenta o diretor superintendente do Sebrae no Piauí, Mário Lacerda.

Os setores que lideraram a geração de empregos no Piauí em novembro foram Serviços e Comércio, nesta ordem, com 909 e 885 vagas criadas, respectivamente. A Construção gerou 191 novos empregos, seguida de Serviços Industriais de Utilidade Pública (92) e Indústria de Transformação (68). A Agropecuária apresentou um saldo negativo de 33 vagas e o Extrativa Mineral de 5 postos.

No Brasil, as micro e pequenas empresas do Comércio foram as que mais contrataram novos profissionais, com 116,7 mil novas vagas (36%), seguida pelas de Serviços (98,7 mil), Construção (16,7 mil), Indústria de Transformação (15,2 mil), Serviços Industriais de Utilidade Pública (1,5 mil) e Extrativa Mineral (171). Apenas a Agropecuária apresentou um saldo negativo de 3,4 mil vagas fechadas.

“Esse bom desempenho do Comércio, em nível nacional, pode ser explicado pela expectativa dos empreendedores para as vendas de final de ano. Há alguns meses, Serviços era o setor que vinha apresentando melhor desempenho, mas em novembro, esse resultado mudou”, afirma o presidente do Sebrae Nacional, Carlos Melles.

Ainda segundo Melles, há 15 meses os pequenos negócios têm gerado a grande maioria das vagas de emprego no país. “É uma média mensal superior a 70%. Sem esses empreendimentos, o Brasil não estaria reduzindo o nível de desemprego. De janeiro a novembro de 2021, foram criados no país cerca de 3 milhões de novos postos, e 2,2 milhões foram oriundos dos pequenos negócios, o que corresponde a 73,4% do total de vagas”, enfatiza.

Levando em consideração a geração de empregos por setor no acumulado do ano em todo o país, nenhum setor apresentou saldo negativo. Nesse recorte, Serviços foi responsável por mais de 40% das vagas criadas (919,6), seguido pelo Comércio (575,1 mil), Indústria (357,7 mil), Construção (275,6 mil) e Agropecuária (43,1 mil). Entre as médias e grandes brasileiras, apenas a Construção Civil apresentou saldo negativo, com o fechamento de 1,8 mil postos de trabalho.

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